DIÁRIO DE APRENDIZADO – Comédia na narrativa

Olá, hoje veremos algumas informações sobre comédias em narração. Como é um tema novo para mim, vamos ver o que eu consegui reunir.

E para deixar claro, a maioria desse texto foi tirado de outros lugares, todas as fontes usadas estão localizadas no fim do post. Acho importante enfatizar esse fato já que esse é meu primeiro contato com o assunto, e como o título exemplifica, esse é meu diário de aprendizado, assim reservo esse espaço para o meu aprendizado tanto quanto o seu, ok? Então, se sinta a vontade e venha aprender um pouco sobre a comédia. Apesar de ser poucas as fontes que encontrei sobre comédia, não mencionarei todas elas, como, por exemplo, as anedotas; também não contei de forma completa a história da comédia, pois ela remonta desde a Grécia antiga, mas vale a pena dar mais uma pesquisada e aprender sobre o tópico.

Boa leitura!

Introdução

O humor surgiu na antiga Grécia com as comédias gregas, e derivou da medicina humoral, onde se acreditava que o humor era um dos responsáveis pela regulação da saúde física e emocional. Atualmente o humor é considerado uma ciência, e possui diversas vertentes teóricas. Mas uma coisa é certa, sua função é muito maior do que apenas fazer rir, visto que o humor ocupa uma função de medidor da evolução social de uma comunidade. Portanto, é de uma pobreza intelectual incrível um humorista dizer que é só “uma piada”.

Origem

Definição

comédia

substantivo feminino

1.
TEATRO
peça teatral de qualquer gênero, esp. aquela cujo propósito é divertir pelo tratamento cômico das situações, dos costumes e dos personagens.

2.
FIGURADO (SENTIDO)•FIGURADAMENTE
sentimento simulado; fingimento.
“sua paixão não passou de c.”

7.
FIGURADO (SENTIDO)•FIGURADAMENTE
a aventura da vida; o desenrolar ou o processo da existência humana em todos os seus aspectos.
“a c. da vida”

8.
FIGURADO (SENTIDO)•FIGURADAMENTE
pessoa, cena ou fato cômico ou ridículo.
“ela é uma c.”

Etimologia

⊙ ETIM lat. comoedia,ae ‘composição cômica, comédia’, emprt. do gr. kōmōidía (com o primeiro iota subscrito) ‘comédia, poesia satírica’

Onde surgiu

Tudo se inicia na Grécia antiga onde a comédia e a tragédia andavam juntas. Ela tinha uma intenção clara, a de influenciar os espectadores, assim como acontecia nas tragédias que tratava dos feitos heroicos.  Entretanto, onde a tragédia lidava com grandes aventuras, os temas das comédias eram as pessoas e situações cotidianas, relacionadas à vida de pessoas comuns, retratando a realidade do cidadão simples e dos escravos.

O termo comedia nasce pela etimologia, com o termo “canto aldeão” (comes: aldeia + ode: canto), surgindo para dar nome aos ritos de fertilidade em homenagem a Dionísio, que se davam na primavera e celebravam um novo ciclo de vida, representado pela figura do deus do vinho e da inspiração poética. Foi apenas mais para a frente que a comédia tomou esse aspecto de crítica social.

No geral, a comédia tem por objetivo representar de forma artística uma crítica á sociedade e o comportamento humano por meio do ridículo. O riso seria, então, a ferramenta que o comediante busca provocar no espectador para trazer uma reflexão referente ao assunto representado na encenação, embora tenha inicialmente sido apenas um rito em homenagem ao deus Dionísio e que ao longo dos tempos se transformou na crítica principalmente satírica e irônica, trazendo  a ridicularização para a frente dos holofotes.

Não há relatos de como essa transição se deu ou como ela se transformou no que vemos hoje, o que se sabe é que a comédia evoluiu ao longo de três fases:

A comédia antiga, praticada na Grécia, era composta por quatro partes: prólogo, párodo, episódios e êxodo. Seu autor mais importante foi Aristófanes e seus temas eram relacionados às questões político-sociais.

A comédia intermediária, cujas características mais marcantes eram a ausência de coro e os temas de caráter mitológico têm como representante Antífanes.

A comédia nova, que busca nos sentimentos e costumes do ser humano sua fonte inspiradora. Seu tema predileto era o amor entre os jovens, traz Menandro como sua maior referência.

Chegando nos tempos modernos, na Idade Média, a modalidade não fez muito sucesso. Somente no final do século XIII é que a comédia recupera parte de suas manifestações com o desenvolvimento da farsa e do interlúdio, uma peça breve, com poucas personagens, cujo objetivo é provocar o riso a partir de situações engraçadas, grotescas ou ridículas da vida cotidiana através de uso de caricaturas e exageros.

A partir do Renascimento, a comédia retoma seu sentido social e critico, com isso surgindo novas propostas inovadoras, porém, sempre buscando inspiração nos antigos autores greco-latinos.

Já em Portugal, Gil Vicente se transforma no maior nome da comédia, nos mostrando uma nova dramaturgia. Na Espanha, os maiores representantes dessa vertente são Lope de Veja e Calderon de la Barca. Na Itália, desenvolve-se a profissionalização dos atores da comédia. Na Inglaterra, surgem grandes destaques da comédia, como Bem Jonson, que desenvolve subgêneros da modalidade, denominados de comedy of humours, dando ênfase na sátira de temperamentos e de condutas, e Wiliam Shakespeare, com sua comédia romântica, que mistura textos dramáticos, com histórias de amor rodeadas por obstáculos, mas com um final feliz.

Como podemos ver, a comédia passou por várias épocas e estágios, criando subgêneros dentro da mesma modalidade. Temos hoje uma infinidade de vertentes e formas variáveis de se fazer comédia. Na Poética, de Aristóteles, encontramos a relação da comédia com a limitação de homens inferiores. O ridículo é apenas certo defeito, o aspecto didático e critico sendo mais forte, ligado a democracia.

Essa noção do ridículo foi incorporada na comédia sob valor corretivo, a fim de “ensinar‘, diante dos comportamentos e atitudes da época. De acordo com esse preceito, o riso desempenha o papel de levar as pessoas a refletirem a respeito dos erros cometidos e consequentemente mudá-los a partir da reflexão. Entretanto, não devemos generalizar. Dependendo da época e seu subgênero, cada época ou região podem trazer outras manifestações e outras finalidades que não sejam ensinar ou corrigir comportamentos.

Atualmente

Hoje a comédia encontra grande espaço e importância quando se manifesta criticamente em qualquer esfera: política, social e econômica. Assim, atualmente, não há grande distinção entre a importância artística da tragédia (mais popularmente conhecida simplesmente como drama) ou da comédia.

É difícil analisar, cientificamente, o que faz uma pessoa rir ou o que é engraçado ou não. Mas uma característica reconhecida da comédia é que ela é uma diversão intensamente pessoal. Para rir de um fato é necessário reconhecer (rever, tornar a conhecer) o fato como parte de um valor humano – os homens comuns – a tal ponto que ele deixa de ser mitológico, ameaçador e passa a ser banal, corriqueiro, usual e pode,  portanto, rir desse fato.

O importante aqui é trazermos a comédia para tempos mais atuai. Assim, não importa a época, a forma mais eficaz de fazer comedia é a trazer o diferente e o inesperado. Nas palavras de Aristóteles: o segredo do humor é a surpresa.

A comédia se dá muitas vezes por uma quebra de expectativa ou algo inusitado, em  um contexto aparentemente normal.

A teoria da surpresa nos diz que rimos do que nos parece fora do lugar ou vai de encontro as nossas expectativas, como, por exemplo, um sapo namorando uma princesa, ou um lagarto vendendo seguro de vida, um nenê fazendo passinhos de dança, uma freira lutando contra monstros, etc.

Outra forma produtiva de gerar material engraçado é trocar observação por imaginação.

Experimente parar de pensar nas coisas como elas são e comece a imaginar como elas seriam em outras circunstâncias. Por exemplo, como seria se você substituísse cavalos por coelhos? Vamos pensar em momentos memoráveis da história, da literatura e do cinema. Como seriam esses momentos se as pessoas montassem em coelhos ao invés de cavalos? Deixe sua imaginação livre para criar ideias absurdas.

Ainda que uma ideia lhe pareça clichê, óbvia demais ou muito idiota, tente registrá-la mesmo assim. O que é obvio para você talvez não seja para outras pessoas. Além disso, o oposto de uma ideia idiota pode acabar sendo sua ideia mais inteligente.

E todas aquelas coisas idiotas que acontecem na vida real? Você já percebeu como comédia surge de coisas que nos irritam, nos frustram e nos humilham? Will Rodgers disse: “Tudo é engraçado, contanto que aconteça com os outros”. Então, se você está tendo uma manhã cheia de problemas, imagine que isso está acontecendo com um personagem que você está criando. À tarde, talvez você, pelo menos, tenha uma história engraçada sobre o que aconteceu.

Uma vez que você definir os personagens e a história, eis alguns truques de comédia rápidos e fáceis para torná-los engraçados.

Use a regra de três, também chamada de zig zig zag.

Tente criar um padrão inesperado – zig zig – e então quebre esse padrão – zag. Um rabino, um padre e um coelho entram em um bar. O segredo para fazer comédia é deixar a parte engraçada para o final. Um rabino, um padre e um coelho entram em uma discoteca. Isso nos leva à regra do C.  Por alguma razão, palavras que contém a letra C chamam nossa atenção e são consideradas cômicas. Coelho, discoteca, picles, cri-cri… Ok, nem sempre conseguimos provocar risadas.

Humor é subjetivo. Comédia é tentativa e erro. Escrever é reescrever. Continue tentando. Encontre os defeitos do personagem, foque nos detalhes, acrescente incongruências, incorpore sons de C e não se esqueça da regras mais importante para escrever comédia: divirta-se.

Como Charles Dickens disse, não há nada no mundo tão irresistivelmente contagioso quanto uma risada e bom humor.

Abaixo segue um vídeo que pode nos ajudar.

https://www.youtube.com/watch?v=zNTxSBgDNp4

Psicologia

O humor é um estado de espírito, muitas vezes utilizado a favor da vida e das relações. O humor funciona também para expressar aquilo que não conseguiria ser dito de outra forma. Pode aparecer em uma crítica mais delicada ou no modo de apontar um erro em alguém.

Freud, o pai da psicanálise, define o humor como “o mais elevado grau de sofisticação do ser humano, a manifestação mais sofisticada do espírito humano”. Ele foi autor de dois grandes trabalhos sobre senso de humor, característica que atribuía a si mesmo. Nos trabalhos, falou sobre piadas, trocadilhos, sobre o cômico.

Escreveu que existe uma instância dentro de cada pessoa, chamada de superego, que é como uma voz que volta e meia dá conselhos, muitas vezes de forma rígida. É semelhante a um juiz implacável que diz: “Você está fazendo besteira!”. Ou a um pai amoroso, que fala: “Veja só como o mundo é! Ele não merece que se faça mais nada além de uma piada sobre ele”. É o superego nos tratando como crianças, nos acolhendo e nos colocando no colo. É isso que é o humor.

O humor torna qualquer comentário mais leve. Rir de si mesmo é uma das qualidades mais raras, mas fundamental e que torna a vida mais passível de ser vivida dentro de todas as dificuldades que ocorrem todo o tempo. Quem consegue rir de si está se tratando com mais tolerância e paciência.

Alguns psicanalistas avaliam que, quando um paciente consegue rir dele mesmo, é porque alcançou a capacidade de ser bem-humorado diante das suas questões e dificuldades e está em condições de terminar a análise. É um passo tão importante que representa um sinal considerado como “alta analítica”.

Riso e relacionamentos

Na Inglaterra vitoriana, em meados do século XIX, as mulheres não riam. Elas escondiam a boca com o leque. A moça que ria em público era malfalada. Hoje, o sorriso feminino é usado como um instrumento de sedução.

O riso é altamente sedutor. Muitas pessoas se ligam a outras porque essa outra conseguiu lhe provocar o riso. O raciocínio lógico ocorre da seguinte forma: quem ri das minhas piadas me acolhe; portanto, me valoriza e gosta de mim. Rir comigo é diferente de rir de mim. Rir comigo é acompanhar um momento agradável de satisfação e de grande prazer, que é essa possibilidade de rir junto. O riso é um elemento de união entre pessoas.

Mau humor

Mas, se o bom humor une, o mau humor pode desunir. Como sabemos, é difícil conviver com alguém mal-humorado. Antigamente, se dizia até que o mal-humorado tinha problemas de fígado. A palavra humor significa “secreção” e remete aos “humores do corpo”. O mal-humorado é o que tem o espírito bilioso, que tem a bílis, que é amargo.

Quando alguém fica doente, por exemplo, mergulha em um clima de depressão e envolve os familiares nesse clima, mesmo que a doença não seja extremamente grave. Pode ser uma gripe, um resfriado ou até mesmo a perda de um dente. Qualquer alteração no corpo é sentida como uma perda, e a perda é a linha limítrofe com a morte. É um pedacinho da gente que está morrendo. Para quem está hospitalizado, essa linha fica ainda mais tênue. Durante a doença, surgem vários sentimentos destrutivos: o medo, a tristeza, a depressão, a angústia, o ressentimento e a raiva.

Já o riso é construtivo e aparece com o instinto de vida. Os sentimentos negativos puxam para baixo; o riso puxa para cima, eleva o espírito, que, assim, ajuda o corpo a subir junto. Nós somos uma pessoa inteira, não existe corpo e mente. É como café com leite: é corpo e mente, é uma coisa só. Se você mexe em um elemento, você está mexendo no todo.

O sarcasmo

O humor está sempre vinculado a algum aspecto inconsciente de quem o produz. Quando usado agressivamente, é chamado de sarcasmo. A ironia é mais sutil, tem duas faces: pode ser agradável, estar no terreno do humor, ou pode também ser agressiva. Já o sarcasmo é sempre agressivo, destrutivo, é o deboche. Carrega um tom agressivo, e quem é atingido por ele sente que não foi uma brincadeira agradável, saudável e criativa, mas sim um ataque.

O inconsciente transgressor

O humor é criativo e transgressor; ele quebra normas e, em geral, é movido pelo inconsciente. Freud começou a estudá-lo a partir das cartas que escrevia para o amigo Wilhelm Fliess, ao reparar nos relatos que faziam sobre os sonhos. Como já havia pensado que os sonhos tinham elementos inconscientes, resolveu estudar as piadas e, fazendo uma relação entre sonhos e piadas, percebeu que ambos surgiam do inconsciente. E mais: que tinham um significado além daquele que aparecia no texto, além do imediato.

Então, passou a observar os atos falhos, esses pequenos erros que cometemos inconscientemente também. Por exemplo, a pessoa vai ao enterro de um desafeto, está na fila para abraçar a viúva e, em vez de falar “meus pêsames”, fala “meus parabéns!”. Isso é um ato falho, que vem do inconsciente, e não é à toa que acontece. Tem um tom transgressor, porque a pessoa está expondo algo que não era para ser exposto, que era para ficar escondido. O humor tem esse tom.

Infância e humor

Aos 5 anos, grande parte das crianças já entende o que é ironia, principalmente se existe intimidade entre ela e o adulto que está sendo irônico. É uma característica interessante, porque são os códigos que vão se formando entre as pessoas e que fazem com que elas percebam o que é ironia, o que é brincadeira, o que é deboche. Mas se a ironia parte de um estranho, a criança já não distingue o que é brincadeira ou não, e, portanto, o cuidado em relação o que se fala com ela deve ser maior.

Bullying

Uma pessoa humorada, que brinca com todos os colegas, é uma pessoa divertida e, em geral, se destaca no grupo pelo bom humor. Mas, quanto àquela que escolhe alguém do grupo para fazer de sua vítima e começa o ataque com palavras ou atos que, na verdade, não têm graça, a abordagem deixa de ser brincadeira para ser bullying.

Crítica social

Nem todo mundo traz consigo o que se chama de senso de humor, e esse é um dado importante para quem produz humor. Certos pontos são muito delicados de serem tocados, e, mesmo que a intenção de quem está fazendo humor seja benéfica, do outro lado não chega dessa maneira.

O que para alguns é apenas denúncia, crítica construtiva, para outros mexe com preconceitos que são difíceis de serem vencidos. Então, o humor é um terreno nem sempre muito seguro. Aliás, como em toda transgressão, não há garantia nenhuma de bons resultados.

Libertador e prazeroso

O humor tanto pode ser uma arma quanto um instrumento, e nem sempre se pode usá-lo sem pesar. Tem que parar e se perguntar: estou utilizando como arma ou como instrumento? E, no momento em que você para pensar, já é uma censura – não de fora, mas de dentro. Existem temas tabus, como as diferenças raciais, as questões religiosas, as que se relacionam a deficiências físicas e mentais e muitos outros. A política, por exemplo, é um terreno mais livre.

Então, o humor é libertador: no momento em que sai na piada, na comédia, sai sem aquela barreira de censura entre o inconsciente e o consciente. Quando se transpõe essa barreira, o prazer é muito grande: liberta da amarra, liberta da repressão.

Agora veremos algumas dicas para escrever um texto engraçado:

Escreva sobre situações que as pessoas se identifiquem

Um autor consegue ser engraçado simplesmente escrevendo sobre situações corriqueiras do nosso dia a dia, mas que ninguém (ou pouca gente) ousou comentar. Quanto menos explorado for o assunto corriqueiro, melhor será o impacto. Se alguém ler seu texto e pensar: “Pior que é assim mesmo”, as chances de você arrancar uma risada dele será muito maior. Assim, tentar escrever crônicas engraçadas sobre um mecânico de aviões atrapalhado com suas tarefas será extremamente desafiador, já que a maioria de nós não está familiarizada com esta rotina profissional. No entanto, um texto humorístico sobre a tensão psicológica em tentar lembrar sua senha, quando o caixa eletrônico avisa que o próximo erro resultará em cancelamento do acesso ao cartão, poderá encontrar leitores mais entusiasmados, que pensam: “Pior que é assim mesmo”.

Escreva sobre coisas irritantes

Isso nos leva a uma outra regra que acho importante: escreva sobre coisas que lhe causam irritação. Pense um pouco sobre o texto utilizado pelos comediantes nos espetáculos de stand-up. A vasta maioria comenta sobre assuntos corriqueiros e extremamente irritantes. A sua irritação pode ser um excelente termômetro para avaliar o potencial de um assunto se tornar uma boa crônica engraçada ou não.

Vá ao extremo

Muitos assuntos, por serem demasiadamente explorados, acabam perdendo um pouco de seu brilho humorístico. Se este é o caso, tente levar o tópico aos extremos. Se for escrever sobre uma personagem que precisa emagrecer, não fique passeando no plano geral. É melhor ser mais específico e exagerado. Por exemplo, escrever sobre uma personagem que tenta emagrecer sem precisar sair da frente do computador. Extremos costumam oferecer uma tendência maior ao cômico do que se apoiar apenas em clichês absolutos.

Use analogias

Comparações, metáforas, analogias, diversos recursos e figuras de linguagem que podem ajudá-lo a tornar seu texto engraçado. Este tipo de recurso abre maiores oportunidades para arrancar o riso de um leitor. Ao invés de dizer: “Ele caminhava lentamente”,apele para as figuras de linguagem e transformar isso em: “Ele caminhava tão lentamente que mais parecia uma lesma com complexo de inferioridade” A analogia absurda gera esta incompatibilidade entre os dois objetos de comparação. E é exatamente esta incompatibilidade que pode despertar o cômico naquilo que escrevemos.

Como mencionei no início do post, nenhum das ideias aqui foram escritas por mim. Sendo minha primeira vez tento assunto com esse assunto, achei muito interessante. Basicamente, entendi que a comédia e o humor são um medidor social. Ela serve para criticar e para nos aproximar como pessoas também, pois a piada vem da convivência social e familiaridade com tal assunto ou comunidade. É preciso que antes haja esse contato humano e só depois o riso é possível, é daí que surge o escarnio, ironia e a ridicularização.

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FONTE

http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1052225-16107,00-PIADAS+FORAM+HERDADAS+DOS+GREGOS+DA+MESMA+FORMA+QUE+FILOSOFIA+E+DEMOCRACIA.html

https://pt.wikipedia.org/wiki/Humor

http://www.multirio.rj.gov.br/index.php/leia/reportagens-artigos/artigos/9579-humor,-indivíduo-e-sociedade

https://corrosiva.com.br/como-escrever-um-livro/5-dicas-para-escrever-um-texto-engracado/

http://www.cafeinaliteraria.com.br/2014/04/29/4-conselhos-para-incluir-humor-nos-seus-textos/

https://ficcao.emtopicos.com/2016/10/escrever-textos-engracados-comedia/

https://papodehomem.com.br/dicas-para-quem-quer-comecar-a-fazer-comedia/

https://educacao.uol.com.br/disciplinas/artes/teatro-grego-diferencas-entre-comedia-e-tragedia.htm

https://pt.wikipedia.org/wiki/Comédia

https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/a-origem-da-comedia/34023

https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/a-farsa/34001

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