REVISÃO – ESCRITA E REESCRITA

No post de hoje falaremos sobre revisão e suas modalidades; o que é, como usá-la e quais as especificações necessárias para uma boa revisão.

O maior problema que eu encontro ao lidar com escritores é tentar explicar para quê serve uma revisão e qual a sua importância. Eu repito mil e uma vezes que um bom texto não existe sem a revisão. Mas será que eu já tentei explicar como ela deve ser feita, e melhor ainda, como eu faço? Bem, pelo resto deste texto é o que vou tentar fazer.

O que é Revisão?

revisão

substantivo feminino

  1. nova leitura, mais minuciosa, de um texto; novo exame;
  2. editoração; artes, gráficas,jornalismo;
    • corpo de revisores de jornal, revista, editora etc;
    • local ou sala onde se revisam textos;
  3. exame minucioso de um projeto, lei etc. com o objetivo de corrigir possíveis erros;
  4. modificação de um texto com o objetivo de adaptá-lo a uma nova situação; atualização;

Sendo assim:

Revisão é o ato de rever, revisar, submeter algo a inspeção ou ver com atenção e cuidado. Existem vários tipos de revisão e cada uma tem sua própria função. Um exemplo disso é a revisão de documentos oficiais, como teses de cunho formal por onde se é feito através de um regulamento ou estatuto, isto é, por regras especificando que tipo de revisão deverá ser feita. Tudo dependerá do objetivo de tal revisão e seu propósito. Em nosso caso, nos focaremos na revisão literária.

O que fazer e o que não fazer em uma revisão

Muitas vezes, acreditando que tudo o que precisamos fazer é verificar a gramática, olhamos para o texto de forma distraída, sem um plano ou um regulamento prévio. Isso é exatamente o que nunca devemos fazer. Precisamos ter em mente qual aspecto do texto modificar e, melhor ainda, devemos analisar se um texto realmente precisa de uma revisão. É aí que entra a análise detalhada, feita por partes; pois a cada vez que revisamos o mesmo texto nos focamos em um aspecto específico. Por exemplo, revisaremos apenas a gramática, depois só a ortografia, seguido de concordância e então, de regência. É claro que há outras forma de revisão. As que eu acho mais importante depois do nível linguístico é o narrativo.

  • Os personagens são bem apresentados?
  • Há algum que foi deixado para trás por algum motivo?
  • Se ele foi esquecido, será que ele é necessário para o enredo?
  • Essa cena é necessária? Ela acrescenta para a história?
  • Se nós a tirássemos ela faria falta?
  • E os diálogos, eles são necessários? São bem escritos? Eles soam naturais?

Todos esses questionamentos e muitos outros são importantíssimos e devem ser feitos um de cada vez e calmamente.

obs: Eu sugiro que vocês façam uma cópia antes do texto ser modificado. Por vezes, excluímos partes do texto que poderiam ser usados mais para a frente ou em outras histórias. Nenhum texto é inútil ou sem importância.

Como a revisão é feita?

Parece ser uma pergunta óbvia, porém é completamente válida.

Como ela é feita e por quem ela é feita?

A revisão é feita por um número de autores com, tecnicamente, o mesmo nível que o do autor original. Esses autores vão rever o documento e se encarregar de fazer as correções ou anotações necessárias. Esse processo pode ser necessário para que o texto seja admitido numa publicação científica, por exemplo.

Obs: Tenho que deixar um adendo aqui, eu não concordo com a noção de que a revisão deva ser feita por alguém que sabe o mesmo que você, porque na minha experiência, para um texto ser melhorado o revisor deve saber mais que o autor ou ser especializado em tal área, dessa forma ajudando a melhorar tal texto.

Quantas vezes devemos reescrever um texto?

É o ponto mais delicado a se discutir quando o assunto é escrita, pois há uma grande resistência em torno da revisão e da reescrita. A maioria das pessoas acham que já na primeira tentativa um texto sairá perfeito. Eles me perguntam: Vou ter que escrever tudo de novo? A pergunta é recorrente demais para uma resposta tão definitiva: Sim, várias vezes. A reescrita e a revisão são fundamentais para o amadurecimento narrativo e a evolução do enredo. A cada nova versão, percebemos novos detalhes e aprendemos mais sobre os personagens e o mundo em que eles estão inseridos.

A seguir veremos como uma história bem revisada deve ser feita:

Primeira versão

Ela serve para transferir toda a trama da sua cabeça para o papel. Não necessariamente de forma organizada, mas quanto mais ordem, mais fácil vai ser organizar as informações depois. O importante nesse estágio é colocar todas as informações no papel, da forma mais rápida possível. É o momento que usamos para criar tramas, subtramas e como a história será contada, criando uma lógica para ela.

Outro ponto interessante a se considerar é que os especialistas nos dizem que devemos terminar a primeira versão sem voltar para corrigir os erros que forem aparecendo pelo caminho. Eu não concordo com isso, e talvez, esse aspecto me puxe um pouco para a categoria dos escritores iniciantes; eu preciso revisar o que eu escrevi e deixar o texto em um estado aceitável antes de passar para uma próxima cena, é o jeito que melhor funciona para mim e enquanto eu faço essa reescrita, ela me ajuda a pensar em pontos que antes eu não tinha prestado atenção. A verdade é que eu não vejo a reescrita como refazer um texto e sim algo que faz parte da escrita, como um bolo sendo feito em camadas, é como eu enxergo um texto. Primeiro, precisamos pegar os ingrediente e mistura-los, certo? Essa seria a parte onde nós reunimos as informações que precisaremos para a história, a nossa primeira versão e depois vem a preparação, ao bater a massa e colocá-la no fogo, que corresponde a reescrita e revisão. Um não pode existir sem o outro e ambos são igualmente importantes.

Então, quando você vier me perguntar: Quando vezes são necessárias? Não vou poder te dar uma resposta definitiva. Não existe um número certo ou em quanto tempo elas deverão ser feitas, mas eu gosto de fazer no mínimo umas três versões.

Demais versões

Preparação do texto

É composto pela pesquisa e planejamento do enredo. Como foi comentado anteriormente é de extrema importância ter uma certa organização para sabermos de onde começaremos nossa escrita.

Versão 1

É o esboço da sua história. Significa escrever sua história até final mesmo que haja furos ou coisas faltando. É geralmente nesse momento que surgem novas ideias e até uma mudança de caminho se você achar necessário. Anote suas ideias e continue escrevendo.

Versão 2

É hora de deixar o texto fermentar. Deixe o texto descansar por alguns dias, se for possível por mais de duas semanas. Esse é o momento de reflexão e deixar que sua mente viaje pela história. Aqui é onde verificamos se na história falta alguma coisa ou se há cenas que devem ser excluídas, tapando buracos e enxugando a narrativa. Anote as ideias se elas surgirem e foque em outras coisas que tenham ou não a ver com seu tema. Nesse próxima parte é indicado que se reescreva a história do início ao fim, isto é, você vai abrir um novo documento e reescrever cada cena. Também é indicado que se anote as consequências que essas alterações possam ter na história e imagine formas de incorporar tais alterações ao texto original.

Versão 3

É o momento de focar apenas nos diálogos e descrições, naqueles detalhes pequenos que geralmente não prestamos atenção. Revise cada fala e descrição, do início ao final do texto. Tenha em mente os desejos, necessidades e medos de cada personagem no contexto da história.

Crítica exterior

É quando um leitor beta deve avaliar o texto. Espere até que o leitor beta termine de ler e só depois faça modificações se você achar relevante de acordo com a opinião crítica do beta, embora eu tenha que colocar um adendo aqui: acho útil ter uma pessoa de confiança que te ajude desde o início te aconselhando e já fazendo uma crítica desde o planejamento, pelo motivo de que as vezes nós não conseguimos ver todos os detalhes e possibilidades. Talvez isso possa te ajudar a encurtar o processo de escrita.

Criticar interior

É quando enfim nos colocamos no lugar do leitor. Teremos que nos perguntar desde o primeiro parágrafo: Eu leria essa história se ela começasse dessa forma? Leria essa história com esse tipo de personagem? Precisamos olhar para o texto com a imparcialidade de um estranho. Seja crítico, seja chato, anote o que não está funcionando e o que lhe parece clichê. Imprimir o texto pode te ajudar a alcançar o afastamento necessário.

Depois de terminar essa crítica não quer dizer, necessariamente, que a história está finalizada. Talvez você precise escrever mais uma versão para refinar outros detalhes e decida submeter seu texto para uma revisão profissional. Mas você pode e deve comemorar. O trabalho restante será um paraíso comparado com sua evolução até aqui.

Aspectos a se considerar

Modalidades de revisão

Como vimos anteriormente, há vários níveis de intervenção que um texto pode sofrer, isto é, há várias formas de modificar um texto e deixá-lo melhor de acordo com o seu objetivo ou propósito. Quem trabalha para editoras costuma chamar o trabalho de intervenção mais profundo de edição de texto, que consiste na alteração de: organização estrutural do texto, do sentido, da lógica, de trechos inteiros suprimidos ou acrescentados. Logicamente, custa mais caro do que uma simples revisão.

Uma intervenção mais leve, mas ainda assim, significativa que abranja lógica, gramática, ortografia e estilo costuma ser chamada de preparação de texto. E então, finalmente, temos a leitura que altera apenas erros ortográficos e gramaticais, que é chamada de revisão. Quando você sai em busca de um profissional, é bom ter em mente o que deseja que seja feito no seu texto e o quanto você quer que ele seja modificado.

Não espere milagres

Muita gente tem a concepção errada sobre revisão de texto. Elas acham que escrever de qualquer forma e depois mandar para um revisor dar um jeito é o suficiente. Uma revisão, mesmo uma profunda edição de texto, não traz qualidade a um texto mal feito. Se você não se preocupa em elaborar suas frases de forma elegante e precisa, a revisão não irá corrigir isso, apenas deixar suas frases sem erros.

É interessante também que, depois de ter tido seu surto criativo e escrito tudo o que deseja, que deixe o texto descansar um pouco e depois o leia com atenção, estudando se está claro, conciso e eficiente.

Não confie cegamente em ninguém

Essa regra vale para todos os prestadores de serviço e profissionais editoriais, sejam eles editores, diagramadores, pareceristas, professores, tradutores ou, inclusive, revisores. Você sempre precisa avaliar se o que lhe propõem serve para o seu caso, para o público que você deseja atingir, para o seu tipo de obra.

Escritores profissionais sabem disso e não perdem a cabeça. Nem ficam irados de ver uma alteração no seu sagrado texto, nem julgam apressadamente que o profissional é maravilhoso ou não presta. Leem com cuidado cada alteração (o que dá bastante trabalho) e avaliam se há de fato problemas nos trechos onde o revisor fez correções. Avaliam cada alteração com atenção, aceitando quando de fato melhora a clareza ou estilo do texto, recusando quando apenas troca seis por meia dúzia.

Se o profissional for experiente, no entanto, é bem provável que a maior parte das intervenções seja útil.

Seja imparcial

Um texto ser bom ou ruim é apenas uma questão de gosto e de visão de mundo, pois gênios já foram taxados de loucos e isso não é diferente na literatura. Quando formos classificar um texto como ruim ou de baixa qualidade, devemos levar em consideração a coerência gramatical, sintaxe, qualidade narrativa, ritmo, originalidade e muitos outros aspectos. Há textos gramaticalmente impecáveis e sem nenhuma outra qualidade, assim como há textos com pequenas falhas, mas que, no todo, são tocantes e originais. Textos ruins não se enquadram em nenhuma dessas categorias; eles apenas são ruins, egocêntricos, chatos, sem objetivo, estilo, sem bom uso da gramática ou da emoção.

Habilidades de um revisor

Um revisor ou beta deve ser capaz de:

  • Analisar a estrutura de um texto:
    • É feito em arcos?
    • Em atos?
    • Segue a jornada do herói?
  • Extrair conclusões do texto:
    • É possível identificar o personagem principal?
    • Qual o objetivo desse personagem?
    • Quais são os obstáculos?
    • Antagonista ou vilão?
    • Vontades e necessidades do personagem?
    • O personagem cumpre o objetivo proposto até o fim da história?
    • O mundo e pessoas ao redor é bem construído?
    • É possível a identificação de metáforas? Simbolismo, personificação, aliteração, etc?
    • O estilo do autor?
  • Premissas
    • É possível identificar a premissa?
    • Tema da história?
    • A premissa é confirmada ao fim do enredo?
    • Se é, é satisfatória? Se não, a premissa pode ter mudado ao longo da narração?
  • Clichês
    • Eles atrapalham a evolução da história?
    • Eles trazem algo de positivo?
    • Como eles são usados?
  • Redundâncias
    • É possível reconhecer palavras imprecisas e identificar significados múltiplos?
    • Há repetição de sentido usando palavras diferentes?
    • Advérbios e adjetivos em excesso?

O que avaliar em uma revisão

Existem alguns aspectos que eu costumo costumo dar atenção quando pego um texto logo de cara:

Clareza

Essa é a tal famosa coerência e coesão. Parecem termos complicados, mas em seu íntimo são bem simples. Coerência e Coesão tratam sobre a clareza do texto, elas nos ajudam a analisar se no texto não há termos dúbios e/ou de duplo sentido, se o texto tem uma lógica narrativa, isto é, se ela segue uma cadeia de eventos que faça sentido para a história e se a forma com que é escrito é a mais clara possível, isto é, existe uma forma mais simples de contar isso? E se existe, não seria melhor escrever de tal forma para que seus leitores possam entender melhor o enredo?

Fluidez do texto

Se tem algo que me irrita profundamente em uma história é o texto escrito de qualquer jeito. Sabe quando olhamos para um texto e parece que as palavras foram jogadas lá dentro como um aglomerado de frases e orações, escritas sem qualquer cuidado ou sentido? Elas parecem não ter nenhuma ligação e continuidade, me deixando confusa sobre o que esse escritor estava tentando falar. Me basta ler apenas um parágrafo para identificar esse tipo de texto. Aqui é onde geralmente eu devolvo o arquivo para a pessoa e tento entender o objetivo dela ao escrever isso. E meu conselho é sempre o mesmo, está na hora de estudar — as orações subordinadas e regência de frases, ler livros sobre como construir frases, orações e parágrafos, também ajudam e há um monte deles por aí, é só querer e se esforçar.

Questionamento geral

Em uma conversa prévia à revisão, eu costumo perguntar para o escritor se ele tem conhecimento sobre alguma técnica narrativa, como o ‘mostrar e contar’ ou ‘a jornada do herói’, teorias que todo escritor deveria saber. A maioria já ouviu falar sobre um ou outro, mas não sabe na realidade o que significa. Essa é a parte que eu chamo de doutrinação. Eu tento introduzir para esse escritor algumas técnicas e fazer ele pensar na estrutura narrativa e como ele gostaria de conduzir o enredo. O questionamento vai desde historia longas a curtas, personagens, construção de mundo e até onde o escritor gostaria de levar seus personagens.

Instruções de questionamento ao revisor/beta e ao escritor:

  • O que o autor está tentando demonstrar?
    • É o jeito certo de descrever tal cena?
  • Eu concordo com o escritor?
    • Diferenças de visões de mundo podem interferir na betagem. É preciso que o revisor/beta tenha mente aberta para assuntos que talvez ele não tenha contato ou tenha algum tipo de preconceito.
  • O escritor discorreu adequadamente a narração?
  • Há melhoras que podem ser feitas?
  • Que tipo de estrutura ele usou?
  • Há algo que ele deixou de lado que eu inseriria no texto?
    • Ao colocar isso, eu enfraqueceria a narração?
  • É uma questão de estilo ou gramática bem empregada?
  • Verifique se o escritor manteve as promessas feitas no início da história.
    • A narração segue aquilo que foi anunciado no começo?
    • Ele sustentou todas as afirmações contidas na premissa?
    • Empregou um tom e estilística apropriada para sua audiência?
    • Verifique as informações: Todos os seus fatos são acurados? Você ofereceu detalhes o suficiente para satisfazer a curiosidade do leitor? Você citou todas as informações adequadamente?
  • O trecho lido está de fácil entendimento?
  • As ideias estão fluindo de forma direta?
  • Há algo importante não foi mencionado?
  • A descrição dos fatos, eventos, personagens, cenários está aceitável?
  • A história está correndo de forma atrativa?
  • A história está coerente?
  • A história está concisa?
  • A história está ambígua?
  • A história está passando credibilidade mesmo sendo ficção?(quando ficção)
  • A história está realmente se atendo aos fatos reais? (quando não for ficção)
  • Sugestões de melhorias, tais como acréscimo de descrições, melhorias em diálogos, retirada de excessos.

Ficar atento principalmente a:

  • Personagens;
  • Estrutura e arcos narrativos;
  • Escrita;
  • Furos na narrativa;
  • Pontos fortes da obra;
  • Trama;
  • Premissa,
  • Cenário;
  • Ressaltar os momentos bem sucedidos;
  • Gramática;
  • Ortografia;
  • Erros comuns em narrativa em primeira pessoa, tal como excesso de “eu”, por exemplo;
  • Repetição de palavras;
  • Trocar palavras quando necessário;

Consultoria Narrativa

Quando vamos analisar um texto, acho interessante irmos um pouco além do que é esperado de nós, os revisores. E dependendo da intimidade ou do que você acordar com o escritor é interessante oferecer algo a mais, assim o escritor vai saber que você entende do assunto e se sentirá mais à vontade para sugerir mudanças, que talvez, ele não aceitasse de um revisor. Isso é o que eu chamo de consultoria narrativa, é um aconselhamento, indicado para o momento depois do primeiro rascunho de um livro. Não é aconselhável em textos em seu estado inicial. Isto é, que não tenham sido revisados ortográfica e gramaticalmente, ou que não tenham passado por um leitor beta ou que estejam em processo de criação. A Consultoria Narrativa é feita com anotações ao longo do livro, parágrafo por parágrafo, com comentários e sugestões, e no final uma conclusão geral. E no fim, é o que eu acabo fazendo, porque corrigir erros de ortografia e gramática é fácil, agora analisar o texto a fundo e tentar melhorá-lo de todos os ângulos possíveis, isso sim é outra coisa.

Preferências de Betagem/Revisão

Esse é outro ponto que se deve dar muita atenção, principalmente se você é um prestador de serviços autônomo. Informar ao escritor o tipo de texto que você tem familiaridade e afinidade pode ser o ponta pé inicial para um trabalho bem feito. Imagine uma pessoa é que acostumada com mistérios investigativos e de repente ela recebe um texto romântico/erótico para dar um opinião crítica e revisar. Na minha experiência, é a situação para a perfeita auto-destruição. Então, quando for revisar ou betar alguma coisa procure informar suas preferências, como eu coloquei abaixo:

Preferências: Qualquer gênero de literatura. Originais, fanfiction e não-ficção.

Não beto: Poemas e romance de época.

Pontos fortes: Gosto de analisar o desenvolvimento da história e personagens. Sou detalhista e sincera.

Pontos fracos: Não gosto de ler yuri, então meus conselhos serão inúteis nessa área. Não sou boa em dar nomes a coisas ou pessoas.

Prazo: Depende do projeto. Se for um capítulo, uma semana no máximo. Se for mais, a combinar.

Conclusão

Na conclusão, o leitor crítico dá suas impressões gerais sobre a obra, ressaltando os pontos fortes e os pontos que precisam ser mais trabalhados pelo autor, dando uma opinião geralmente sobre todos os pontos abordados na história, como personagens, estrutura narrativa e ambientação. Nem todas as conclusões são iguais e vão conter os mesmos aspectos. Se for um revisão de gramática seria interessante ressaltar os erros mais frequentes uma última vez para fixação, entretanto tudo vai depender do tipo de betagem/revisão ou do que foi acordado inicialmente.

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